AÉCIO NEVES - SEM FORO PRIVILEGIADO

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Em Pleno 2018 não é possível que devemos aceitar que um cidadão com 9 processos tramitando na Justiça, relacionados com CORRUPÇÃO E LAVAGEM DE DINHEIRO PUBLICO assuma um cargo publico para representar o POVO, e com isso obtenha o tão sonhado FORO PRIVILEGIADO, beneficiando assim este cidadão de responder por seus crimes apenas no STF, e não na justiça comum, como deveria ser.

"... Trecho da fala do então Ministro do STF Marco Aurélio na XVIII Conferência Nacional dos Advogados, durante o painel “Quem é o povo brasileiro?”

De maneira alguma é por falta de previsão legal que se padece dos males ligados à falta de ética no serviço público, entre os quais se destacam:
a) enriquecimento ilícito no exercício da função;
b) tráfico de influência;
c) utilização indevida de cargo público;
d) mau uso de informação privilegiada;
e) emprego de recursos públicos e servidores em atividades particulares;
f) assessoria ao setor privado;
g) recebimento de presentes. ..."

PROCESSOS:

JBS PARTE 1: Inquérito aberto contra o senador e o que será julgado no STF, foi feito pela Procuradoria-Geral da República que denunciou Aécio por corrupção passiva e obstrução à Justiça, como revelado pela delação dos donos e executivos da JBS. O pesedebista é suspeito de ter recebido propina de R$ 2 milhões. O senador tucano foi gravado pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, pedindo dinheiro, alegando que seria usado em sua defesa na Lava-Jato. A Polícia Federal flagrou Frederico Pacheco, primo do senador, recebendo R$ 500 mil de um dos executivos da empresa. Frederico chegou a ser preso, junto com a irmã de Aécio, Andrea Neves, na Operação Patmos.

JBS PARTE 2: Outro inquérito contra Aécio é um desdobramento do anterior com a JBS. A investigação apura se Aécio recebeu pagamentos de propina entre 2014 e 2016, segundo informações de delatores da JBS. Segundo o procurador-geral, Rodrigo Janot, o senador tucano teria recebido R$ 60 milhões em 2014, usando notas frias. Em 2015, a empresa teria ajudado Aécio, outra vez, comprando por R$ 17 milhões um prédio que valia menos.

CAIXA 2 PARA AÉCIO: Outra acusação que motiva inquérito contra Aécio diz respeito a um suposto caixa 2 na pré-campanha presidencial de 2014. Ex-executivos da Odebrecht disseram que o tucano recebeu R$ 5 milhões fora do caixa oficial e antes do período da campanha, o que configuraria crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, segundo os investigadores. Marcelo Odebrecht afirmou ter colaborado com os valores, que não teriam sido declarados oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral. De acordo com o TSE, Aécio arrecadou R$ 201 milhões durante aquela campanha.

CAIXA 2 PARA ALIADOS: Em outro inquérito, Aécio é investigado com base em acusações de que pediu doações via caixa 2 para sua campanha e de aliados. O deputado federal Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG) também é investigado no mesmo inquérito.

CAIXA 2 PARA SUCESSOR: Aécio é investigado junto com o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que foi seu vice e seu sucessor no governo de Minas Gerais. Esta investigação apura supostos pagamentos aos dois durante a campanha pelo governo estadual em 2010. Ex-executivos da Odebrecht relataram pagamentos em 2009 (R$ 1,8 milhão) e 2010 (R$ 5,4 milhões). Em ambos os casos, os pedidos de doação teriam sido feitos por Aécio.

DESVIOS EM FURNAS: O STF investiga o senador tucano em um suposto esquema de distribuição de propinas envolvendo contratos em Furnas, uma das estatais do setor elétrico que integra o sistema Eletrobras. O ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Toledo teria sido indicado por Aécio para comandar o esquema de corrupção, cujos recursos desviados eram divididos entre o PT e o senador tucano. A influência de Aécio em Furnas foi apontada por quatro delatores da Lava-Jato: o doleiro Alberto Youssef, o ex-senador Delcídio Amaral, o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht, e o lobista Fernando Moura. Esse último disse que foi informado pelo próprio Dimas Toledo de que um terço da propina iria para o PT de São Paulo, um terço para o PT nacional e um terço para Aécio.

CPI DOS CORREIOS: A delação de Delcídio levou ainda à abertura de um outro inquérito contra Aécio, relatado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo o delator, o senador atuou para maquiar dados do Banco Rural obtidos pela CPI dos Correios. Isso porque a quebra dos sigilos da instituição financeira, envolvida no escândalo do mensalão, comprometeria vários políticos tucanos, entre eles o próprio Aécio.

CIDADE ADMINISTRATIVA: Ela apura a construção da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, projetada por Oscar Niemeyer e sede do governo de Minas Gerais, cujo início remonta a 2007, quando o tucano começava o segundo mandato como governador do estado. Segundo as delações de Sérgio Luiz Neves e Benedicto Barbosa da Silva, ex-dirigentes da Odebrecht, Aécio teria cometido fraude na licitação e aceitado propina. O objetivo, dizem, era "obter propinas decorrentes dos pagamentos das obras" — segundo os depoimentos, foram pagos R$ 5,2 milhões a Aécio. A licitação do empreendimento, que teve custo final superior a R$ 2 bilhões, teria sido fraudada para beneficiar nove empresas escolhidas pelo governo e divididas em três consórcios.

Fonte: Jornal O Globo.

 

 



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