Sinergia Animal

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    Started 9 petitions

    Petitioning Cencosud Brasil

    Cencosud, elimine as gaiolas!

    A Cencosud é uma das maiores empresas de varejo da América Latina, com operações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru. Esse consórcio empresarial reconhece que um de seus compromissos éticos operacionais é “fazer o correto sempre”.  A empresa estabelece que um de seus pilares fundamentais é a sustentabilidade, que se materializa com as estratégias de responsabilidade social de cada uma de suas marcas. Além disso, conta com princípios de marketing responsável, e o bem-estar animal é mencionado nas categorias de atributos de sustentabilidade. A missão da Cencosud é ser a varejista mais rentável e prestigiada da América Latina e, para alcançar isso e fazer o que acreditamos ser o correto, entendemos que é fundamental que a empresa se comprometa a proibir o confinamento de galinhas em gaiolas em sua cadeia de fornecimento de ovos em todos os países onde opera. As galinhas utilizadas para a produção de ovos são alguns dos animais mais explorados do planeta. A maioria delas são confinadas durante quase toda a vida em gaiolas tão pequenas que não as permitem caminhar, abrir suas asas por completo, nem expressar outros comportamentos básicos de sua espécie. Frequentemente, partes de seus corpos ficam presas nas grades das gaiolas ou debaixo das bandejas de alimentação, o que resulta em lesões como ossos quebrados, deformidades e perda severa de penas. Algumas galinhas, exaustas ou incapazes de se movimentar, são pisoteadas até a morte pelas outras aves confinadas na mesma gaiola. Por favor, peça à Cencosud que se una ao movimento global e anuncie um compromisso de parar de vender ovos provenientes de galinhas confinadas em gaiolas em todas as suas operações na América Latina (de todas suas marcas próprias até 2025 e das marcas de terceiros até 2028). Centenas de empresas em todo o mundo já estão comprometidas em fazer essa mudança, como o Grupo Big (ex-Walmart Brasil), GPA, Grupo Carrefour Brasil, Unilever, Nestlé, Aramark, Sodexo, Mondelēz e, inclusive, a Cencosud Brasil. Dada sua magnitude e iniciativas de responsabilidade social, ao comprometer-se com essa iniciativa globalmente, a Cencosud estará ajudando a reduzir o sofrimento de milhares de galinhas na América Latina, e não apenas no Brasil. Assine e compartilhe esta petição!Uma petição de:Animal Equality (Brasil), Arba (Peru), Fórum Animal (Brasil), Plataforma ALTO (Colômbia) e Sinergia Animal (América Latina).

    Sinergia Animal
    14,522 supporters
    Petitioning Barbara Sollero, Fabio Soares, Marcelo Melchior, Cristiani Vieira, Frank Pflaumer, Rene Machado

    Nestlé, diga NÃO à tortura de animais e não coloque as pessoas em risco!

    A Nestlé, além de ser a maior empresa de alimentos do mundo, também é a maior compradora e comercializadora de produtos lácteos no Brasil. Mas mesmo com todo esse poder econômico e de mercado, a empresa está se recusando a adotar políticas claras e sérias para prevenir que animais sejam severamente abusados em sua cadeia de abastecimento. O que você vai ler a seguir é uma realidade triste e chocante. Centenas de milhares de vacas são mantidas constantemente grávidas para que produtores de leite retirem delas o leite para alimentar humanos em vez de alimentar seus filhotes. Os bezerros e bezerras são desmamados ainda muito jovens para que não criem laços com suas mães. As bezerras são então levadas e forçadas a terem a mesma vida de suas mães, assim que tenham a idade mínima para ter filhotes. Os bezerros machos, por terem pouco ou nenhum valor comercial, muitas vezes são mortos com pancadas na cabeça, por fome extrema, sede, frio e até mesmo são asfixiados, o que a indústria chama de "descarte". Os bezerros e bezerras que não são mortos ou ficam confinados em gaiolas minúsculas onde ficam sozinhos ou são amarrados com cordas. Muitas vezes eles não recebem os cuidados necessários que todo o filhote requer como proteção do frio e calor, além de não poder conviver com suas mães, outros bezerros e bezerras. Como se não bastasse, os animais passam por procedimentos muito dolorosos. Os filhotes gritam de dor e medo enquanto são mutilados. Eles sofrem mutilações como a retirada dos chifres e a castração, normalmente feitas sem nenhum alívio da dor.  Muitos produtores dão irresponsavelmente antibióticos para os animais mesmo quando eles não estão doentes. Isso pode criar bactérias super resistentes que contaminam a carne, o meio ambiente e nós, humanos. Essas superbactérias já matam mais de 700 mil pessoas por ano! A Organização Mundial de Saúde estima que se isso continuar, em 2050, 10 milhões de pessoas vão morrer por ano – número muito maior do que qualquer pandemia que vimos até hoje. A Nestlé precisa entender que é inaceitável não adotar políticas claras, fortes e permanentes para não permitir que seus fornecedores maltratem os animais dessa forma e coloquem a saúde pública em risco. Juntos, podemos fazer com que essa mensagem chegue até a empresa. Queremos um compromisso de não permitir todos esses abusos e uma política de transparência para que os fornecedores da empresa possam ser monitorados por entidades de proteção animal! Por favor, assine esta petição agora e compartilhe com todos seus amigos, pelos animais, e pela nossa saúde! A Nestlé não pode continuar agindo dessa forma.

    Sinergia Animal
    89,883 supporters
    Petitioning Lorival Luz

    BRF: pare de torturar os animais e preserve a saúde das pessoas!

    Você sabia que a BRF, dona das grandes marcas Sadia e Perdigão, está se recusando a tirar centenas de milhares de animais de condições horríveis e também está colocando a saúde humana em risco? O que você vai ler abaixo, embora seja chocante, é uma triste e dura realidade.  Centenas de milhares de porcas grávidas usadas para abastecer a cadeia da Sadia e da Perdigão com carne suína são obrigadas a enfrentar uma vida de extremo sofrimento. Cientistas de peso já mostraram que porcos são mais inteligentes que os cães e têm capacidades cognitivas similares às de crianças de três anos. Mas empresas como a BRF ignoram isso e abusam desses animais dentro de granjas industriais, que ficam bem longe dos nossos olhos.  Porcas reprodutoras são praticamente imobilizadas e enclausuradas nas chamadas gaiolas de gestação, que são tão minúsculas que os animais não podem sequer caminhar ou virar-se dentro delas. A BRF se comprometeu publicamente a tirar as porcas dessas gaiolas, mas de uma maneira parcial e inaceitável. Em vez de eliminar totalmente o uso das gaiolas de gestação, a empresa ainda permite que essas gaiolas cruéis sejam usadas por até 28 dias durante os quatro meses de gravidez dos animais. Os filhotes também têm um destino muito triste. Os leitõezinhos gritam de dor enquanto têm seus rabos cortados sem nenhum medicamento para aliviar a dor.  Eles são submetidos a essa horrível mutilação a sangue frio pois são criados em baias superlotadas e o estresse extremo faz com que eles comam os rabos uns dos outros.  Para piorar, a BRF está irresponsavelmente dando antibióticos para os animais que são muito importantes para tratar doenças humanas e, por isso, não deveriam ser usados em animais. Isso pode criar bactérias super resistentes que contaminam a carne, o meio ambiente e nós, humanos. Essas superbactérias já matam mais de 700 mil pessoas por ano! A Organização Mundial de Saúde estima que, se isso continuar, 10 milhões de pessoas vão morrer por ano devido a essas infecções bacterianas–número muito maior do que qualquer pandemia que vimos até hoje. A BRF é uma das maiores produtoras de alimentos do mundo e dona das marcas Sadia, Perdigão, Qualy, Grabits, Banvit, Sulina e Kidelli. Ela precisa entender que é inaceitável maltratar os animais dessa forma e colocar a saúde pública em risco. Juntos podemos fazer com que essa mensagem chegue até ela. Pedimos que a BRF: Elimine completamente, e NÃO parcialmente, as gaiolas de gestação para porcas grávidas. Pare de mutilar os filhotes  ou que pelo menos use anestesia e analgesia nessas práticas de mutilação terríveis. Pare de usar nos animais antibióticos que têm importância crítica para a saúde humana. Tenha um plano de transparência que permita visitas de técnicos especializados de entidades de proteção animal às granjas comprometidas com essas mudanças. A sua assinatura é fundamental para que a BRF mude sua postura. Por favor, assine esta petição agora e compartilhe com todos seus amigos, pelos animais, e pela nossa saúde!

    Sinergia Animal
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    Petitioning European Bank for Reconstruction and Development

    Bancos de desenvolvimento: parem de financiar a crise climática e novas pandemias

    Uma indústria liga duas das maiores crises que a humanidade enfrenta — colapso climático e novas pandemias. Essa indústria é a produção industrial de animais, uma das responsáveis pelo desmatamento descontrolado e por 14,5% das emissões de gases de efeito estufa causadas por atividades humanas, além da degradação de ambientes naturais e condições cruéis para os animais, o que torna o mundo mais suscetível a novos vírus como a Covid-19. No entanto, grandes bancos de desenvolvimento — como o Banco Mundial e o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento —, que deveriam ajudar a humanidade a criar um mundo mais sustentável e mais seguro, estão emprestando bilhões para financiar as piores formas de produção animal. E estão ignorando nosso pedido para colocar um fim nisso. Os bancos de desenvolvimento são financiados por meio de nossos impostos — contribuições de governos de todo o mundo. Você assinará nossa petição pedindo que eles parem imediatamente de financiar a produção animal industrial? Qual é o problema da produção industrial de animais?  Especialistas projetam que o setor da pecuária representará quase metade do orçamento mundial permitido para as emissões de gases de efeito estufa até 2030 e 80% até 2050. Sem uma ação urgente, o setor continuará a impulsionar o colapso climático, gerando temperaturas mais extremas, secas, inundações e pobreza. A expectativa é de que o desmatamento realizado para abrir espaço para pastos e cultivo de soja e milho para ração animal  continue destruindo a Amazônia e outras florestas vitais. Os povos indígenas e as comunidades locais que vivem nessas regiões enfrentam e enfrentarão, cada vez mais, migrações, criminalização e violência. Segundo as Nações Unidas, a pandemia de Covid-19 é "um lembrete da gravidade da perda de biodiversidade e de nossa interconexão única com a natureza". Seu Programa para o Meio Ambiente (PNUMA) destaca que cerca de 3 em cada 4 novas doenças infecciosas são zoonóticas, o que significa que são geradas por microrganismos prejudiciais, como os vírus, transmitidos de animais para humanos. Se os ecossistemas continuarem sendo degradados e as florestas destruídas, as barreiras naturais entre nossas sociedades, a natureza e os animais selvagens serão removidas, criando condições para uma disseminação ainda mais ampla de doenças. Para piorar, em quase todo o mundo, animais como vacas, porcos e galinhas são criados em fazendas lotadas e cruéis, instalações industriais que confinam milhares de animais juntos. Nesses locais, os animais costumam ser criados “em condições abaixo do ideal”  — essas fazendas industriais podem ajudar a disseminar doenças e estão irresponsavelmente usando alguns dos antibióticos mais importantes para a medicina humana. Os problemas com as fazendas industriais vão muito além de doenças e crueldade. Elas têm enormes impactos sociais, como poluição da água das comunidades locais e, independentemente de serem pequenas ou grandes, exigem grandes quantidades de terra para cultivar grãos como soja para alimentação dos animais. A indústria pecuária é um grande negócio que envolve corporações multimilionárias, com interesses e atividades em todo o mundo. Em vez de apoiar essas empresas, os bancos internacionais de desenvolvimento têm a oportunidade de apoiar financeiramente empresas que podem ajudar a construir um planeta mais verde e seguro para animais e pessoas. Organizações do mundo inteiro estão se unindo para esse chamamento, mas também precisamos da sua voz. Esses bancos representam pessoas em todos os países, é importante que nos levantemos e digamos que esse tipo de financiamento não é aceitável e precisa parar. Sobre esta petição Esta petição é organizada pela Global Forest Coalition, Sinergia Animal e Feedback. Organizações que trabalham por um sistema alimentar mais justo e sustentável, para pessoas, planeta e animais.

    Sinergia Animal
    15,657 supporters
    Petitioning Presidência , Ministerio Publico, Ministerio da Saúde, ibama, ICMBio , Anvisa, CONAMA , Antaq , governadores, Secretarias estaduais, SENADO, Câmara dos Deputados, Assembleias Legislativas, câmaras ...

    Líderes brasileiros: Comprometam-se a evitar novas pandemias como a Covid-19

    Estamos passando por um dos momentos mais difíceis da nossa história recente com a crise  da Covid-19. Essa pandemia é um alerta, e casos semelhantes podem se repetir daqui para frente, segundo cientistas. Precisamos nos reunir para pedir que nossos líderes e governantes tomem medidas urgentes para evitar futuras pandemias, #AntesQueSejaTarde! Atualmente, 75% de todas as novas doenças infecciosas em humanos são zoonóticas, ou seja: antes de infectar seres humanos, elas se originam em animais. Há um aumento mundial de doenças emergentes que estão ligadas à falta de saúde dos ecossistemas e à maneira como os animais são criados para alimentação. Por esse motivo, solicitamos que nossos líderes adotem as seguintes medidas de prevenção: Parar o desmatamento  Barrar a expansão de novas fazendas industriais de animais Proibir o uso contínuo de antibióticos em animais explorados para alimentação Banir a exportação de animais vivos para consumo Promover um sistema alimentar mais sustentável 1. Parar o desmatamento  O desmatamento é um dos fatores que aumenta o risco de novas pandemias. A destruição do habitat natural de diversos animais aproxima humanos e animais domésticos, incluindo os explorados para consumo, de espécies selvagens, que muitas vezes carregam consigo microorganismos nocivos que podem infectar humanos. Um exemplo é o vírus Nipah, altamente letal, que foi rapidamente controlado, mas contagioso o suficiente para matar mais de 100 pessoas na Malásia. Tudo começou quando uma fazenda industrial de porcos invadiu o habitat de morcegos selvagens. Os morcegos derrubavam frutas contaminadas nas fazendas e as frutas eram comidas pelos porcos, que então infectavam os humanos. E o desmatamento continua acontecendo em ritmo alarmante, em grande parte relacionado a produção e consumo de animais. Biomas, como a Amazônia e o Cerrado, estão sendo destruídos para produção de carne bovina e soja. A soja é usada internamente sobretudo para alimentar porcos e galinhas, e também exportada para a alimentação desses e outros animais explorados para consumo em outros países.  Além disso, a pecuária contribui significativamente para as mudanças climáticas, o que também favorece o aparecimento de novas doenças. A produção animal responde por 80% das emissões de gases de efeito estufa agrícolas brasileiras, segunda maior fonte de emissões do país. 2. Barrar a expansão de novas fazendas industriais de animais Outro problema, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é a intensificação da criação animal, causada pela crescente demanda por carne, ovos e laticínios. Algumas das doenças que acometem animais em granjas, como a gripe aviária, podem infectar e matar humanos. Milhares de porcos, galinhas e frangos são criados confinados em galpões lotados no Brasil. Muitos vivem em contato com as próprias fezes e respiram o ar contaminado com poeira fecal. Em alguns casos, eles mal conseguem se mover ou se esticar, o que pode gerar altos níveis de estresse. Com seus sistemas imunológicos debilitados, são mais suscetíveis a doenças.  3. Proibir o uso contínuo de antibióticos em animais explorados para alimentação As fazendas industriais e intensivas escondem outro segredo horrível: atualmente, 75% dos antibióticos do mundo são usados ​​de maneira contínua em animais explorados pela indústria de alimentos, mesmo quando não estão doentes, para também promover um crescimento mais rápido, e seu uso irresponsável está criando superbactérias resistentes a essas drogas. Quando consumimos carne, ovos e laticínios contaminados, ou vegetais e água contaminados com resíduos de animais, essas superbactérias entram em nosso corpo e podem até nos matar. Bactérias resistentes a antibióticos já matam cerca de 700 mil pessoas por ano em todo o mundo, de acordo com a ONU, e, até 2050, estima-se que matem 10 milhões de pessoas anualmente! 4. Banir a exportação de animais vivos para consumo Além disso, o transporte de animais vivos também resulta em sofrimento em navios lotados e insalubres. Os animais podem permanecer até semanas nessas embarcações, sem acesso adequado à comida e água, sem poder se deitar, sob o risco de morrerem pisoteados. As condições sanitárias são tão precárias que é comum que eles viajem cobertos em suas próprias fezes. Essas condições, somadas à aglomeração, geram condições ideais para a proliferação de doenças que também podem infectar humanos e sua consequente disseminação de um país ao outro. 5. Promover um sistema alimentar mais sustentável É possível tomar medidas para evitar novas pandemias, por exemplo incentivando a população a comer mais grãos integrais, frutas, verduras, legumes e substituindo o consumo de produtos de origem animal. Com essa mudança, não apenas combatemos o desmatamento, as mudanças climáticas, o uso irresponsável de antibióticos e as condições insalubres da agricultura animal, como também podemos melhorar o sistema imunológico da população, tornando-a mais resistente a vários tipos de doenças. Não podemos colocar vidas em risco no futuro sabendo que existem maneiras de evitá-lo hoje. Nós podemos fazer isso juntos, #AntesQueSejaTarde. Assine e compartilhe esta petição com seus amigos e familiares! Siga-nos no Facebook e Instagram.

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    Victory
    Petitioning Alan Aurich, Departamento de Comunicaciones

    Havanna: Por favor, diga não à tortura de galinhas em gaiolas!

    Você é contra a tortura de animais em gaiolas? Então junte-se a nós e assine esta petição que pede que a empresa Havanna tenha mais compaixão pelos animais. Os famosos alfajores dessa marca contêm ovos que podem ser produzidos por galinhas forçadas a viver toda a vida em gaiolas minúsculas.A Havanna é uma multinacional com sede na Argentina que expandiu sua produção para o Brasil e já está vendendo seus produtos até em supermercados. Além disso, a empresa tem mais 40 cafeterias espalhadas em 13 estados brasileiros. Diversos concorrentes da Havanna - como Wickbold, Starbucks, Casa do Pão de Queijo, Rei do Mate e mais de outras 40 empresas brasileiras - já se comprometeram a não usar ovos de galinhas engaioladas em seus produtos. Mas a Havanna ainda não quis assumir esse compromisso.Mais de 95% das mais de 100 milhões de galinhas exploradas pela indústria de ovos no Brasil vivem vidas miseráveis, presas em gaiolas onde não podem sequer se mover ou abrir suas asas. A ciência comprova que esses animais sofrem de estresse e frustração e podem ter problemas físicos dolorosos como ossos fraturados e osteoporose por não se moverem. Sistemas livres de gaiolas permitem que os animais se movam e realizem seus comportamentos naturais, o que pode diminuir bastante o sofrimento deles.Junte-se a essa campanha e diga à Havanna que isso tem que acabar, no Brasil e em todos os demais países onde a empresa opera. Seja a voz dos animais! Assine e compartilhe!  

    Sinergia Animal
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