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Petitioning Best Western

Best Western - Acabe logo com a Tortura Animal!

A Best Western orgulha-se de fornecer valor aos seus clientes. Mas a que custo? Por que os hóspedes do Best Western servem comida que não atende aos padrões de muitas empresas de fast food de última geração e prisões dos EUA? Milhões de poedeiras em toda a cadeia de fornecimento global da Best Western sofrem em gaiolas cruéis e imundas. Os sistemas em gaiolas são anti-higiênicos e superlotados. Elas são tão pequenas e cheias de tantas aves que elas não podem fazer nada que seja natural ou importante para elas. Algumas galinhas, exaustas ou incapazes de se mover, são pisoteadas até a morte por suas companheiras de gaiola. Mais de 1.500 empresas em todo o mundo estão abandonando gaiolas. Compromissos globais para banir as gaiolas estão sendo feitos por algumas das maiores empresas do mundo, incluindo Marriott International, Accor Hotéis, InterContinental Hotels, Unilever, Nestlé, Lidl, Aldi, Aramark, Sodexo, Mondelez e Compass Group. Best Western tem um slogan: "Best Western para um Mundo Melhor". Eles afirmam que “a Best Western cuida de inúmeros hóspedes todos os dias. É o mesmo espírito de cuidado que os impulsiona a apoiar inúmeros esforços de caridade em todo o mundo. ”A Best Western ficou para trás no bem-estar animal e milhões de galinhas sofrem com isso. Eles têm o poder de tornar nosso mundo um lugar melhor e mais humano para os animais. É hora de a Best Western estender seu espírito de cuidado aos animais em sua cadeia de fornecimento e comprometer-se a permanecer 100% livre de gaiolas em todo o mundo.Por favor, assine esta petição para informar ao Best Western que você não ficará hospedado em nenhum dos seus hotéis até que ele pare de apoiar esse abuso de animais.

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Petitioning Mariana Barreto

Bauducco: diga NÃO à tortura de galinhas em gaiolas!

Você acredita que a tortura de milhões de animais em gaiolas deve acabar? Se a resposta é sim, por favor, assine esta petição! Há meses, o Fórum Animal vem pedindo que a Bauducco, grande empresa de alimentos industrializados do Brasil, famosa por seus panetones e biscoitos, adote uma política livre de gaiolas. Mas a empresa está resistindo em anunciar esse compromisso. Na produção de ovos no Brasil, a maioria das galinhas são confinadas em gaiolas minúsculas. Nelas, os animais sofrem imensamente de estresse, frustração e dores crônicas – pois não têm espaço suficiente para sequer andar ou bater suas asas. Cada galinha tem um espaço menor do que uma folha de papel A4 para viver! Muitas delas ficam depenadas ou morrem nas gaiolas e as que sobrevivem muitas vezes são forçadas a viver com os cadáveres. A Pandurata Alimentos atende a mais de 150 mil pontos de venda no Brasil, e é dona das marcas Bauducco, Visconti e Tommy, que utilizam ovos na receita de diversos produtos, como panetones e biscoitos. Suas grandes concorrentes, Grupo Bimbo (das marcas Pullman, Ana Maria, Plus Vita e Nutrella) e Wickbold, já se comprometeram a acabar com a compra de ovos de galinhas engaioladas. As fabricantes de maioneses - Unilever (Hellmann's e Arisco), Cargill (Liza e Maria), Bunge (Primor, Soya e Salada), Kraft Heinz (Heinz e Quero), Hemmer e Vigor (Vigor e Mesa), as redes de cafeterias Starbucks, Casa do Pão de Queijo, Rei do Mate, Megamatte, Fran's Café e Amor aos Pedaços, a fabricante de massas Barilla e redes como McDonald’s, Burger King, Subway, Habib’s e Giraffas também lançaram uma política livre de gaiolas. Ou seja, já passou da hora da Bauducco se posicionar contra essa crueldade! Os animais não têm voz. Mas você pode falar por eles. Por favor, assine e compartilhe com seus amigos!  

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Petitioning Pedro Wickbold

Wickbold, pare com a tortura de galinhas em gaiolas!

Você acredita que a tortura de milhões de animais em gaiolas deve acabar? Se a resposta é sim, por favor, assine esta petição! Há meses, o Fórum Animal vem pedindo que a Wickbold, segunda maior fabricante de pães industrializados no Brasil, famosa por seus pães de forma, bisnaguinhas e torradas, adote uma política livre de gaiolas. Mas a empresa está resistindo em anunciar esse compromisso. Na produção de ovos no Brasil, a maioria das galinhas são confinadas em gaiolas minúsculas. Nelas, os animais sofrem imensamente de estresse, frustração e dores crônicas – pois não têm espaço suficiente para sequer andar ou bater suas asas. Cada galinha tem um espaço menor do que uma folha de papel A4 para viver! Muitas delas ficam depenadas ou morrem nas gaiolas e as que sobrevivem muitas vezes são forçadas a viver com os cadáveres. A Wickbold possui quatro fábricas e treze centos de distribuição no país. Tornou-se vice-líder na produção nacional de pães industrializados com a aquisição da marca Seven Boys em 2015, que também produz, com ovos, bisnaguinhas, além de bolos e biscoitos, em mais duas fábricas. Sua maior concorrente, Grupo Bimbo (das marcas Pullman, Ana Maria, Plus Vita e Nutrella), já se comprometeu a acabar com a compra de ovos de galinhas engaioladas. As fabricantes de maioneses - Unilever (Hellmann's e Arisco), Cargill (Liza e Maria), Bunge (Primor, Soya e Salada), Kraft Heinz (Heinz e Quero), Hemmer e Vigor (Vigor e Mesa), as redes de cafeterias Starbucks, Casa do Pão de Queijo, Rei do Mate, Megamatte, Fran's Café e Amor aos Pedaços, a fabricante de massas Barilla e redes como McDonald’s, Burger King, Subway, Habib’s e Giraffas também lançaram uma política livre de gaiolas. Ou seja, já passou da hora da Wickbold se posicionar contra essa crueldade! Os animais não têm voz. Mas você pode falar por eles. Por favor, assine e compartilhe com seus amigos!  

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Petitioning Vigor

Vigor, basta de tortura às galinhas poedeiras!

Você acredita que a tortura de milhões de animais em gaiolas deve acabar? Se a resposta é sim, por favor, assine esta petição! Há meses, o Fórum Animal vem pedindo que a Vigor, uma das maiores fabricantes de laticínios do Brasil, e que também produz maioneses, adote uma política livre de gaiolas. Mas a empresa está resistindo em anunciar esse compromisso. Na produção de ovos no Brasil, a maioria das galinhas são confinadas em gaiolas minúsculas. Nelas, os animais sofrem imensamente de estresse, frustração e dores crônicas – pois não têm espaço suficiente para sequer andar ou bater suas asas. Cada galinha tem um espaço menor do que uma folha de papel A4 para viver! Muitas delas ficam depenadas ou morrem nas gaiolas e as que sobrevivem muitas vezes são forçadas a viver com os cadáveres. A Vigor Alimentos é dona de grandes marcas como Leco, Faixa Azul e Danubio. As marcas Vigor e Mesa, além de produtos lácteos, utilizam ovos para confecção de maioneses, sendo que as maiores fabricantes de maioneses, Unilever (Hellmann's e Arisco), Cargill (Liza e Maria), Bunge (Primor, Soya e Salada), Kraft Heinz (Heinz e Quero) e Hemmer, já se comprometeram a acabar com a compra de ovos de galinhas engaioladas.  As redes de cafeterias Starbucks, Casa do Pão de Queijo, Rei do Mate, Megamatte, Fran's Café e Amor aos Pedaços, a fabricante de massas Barilla e redes como McDonald’s, Burger King, Subway, Habib’s e Giraffas também lançaram uma política livre de gaiolas. Ou seja, já passou da hora da Vigor se posicionar contra essa crueldade! Os animais não têm voz. Mas você pode falar por eles. Por favor, assine e compartilhe com seus amigos!

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Petitioning Governo do estado de Uttar Pradesh, na Índia

Mantenha o elefante Raju livre! Não deixe que ele sofra maus-tratos novamente!

Sou ativista e atuante da proteção dos animais no Brasil há mais de 15 anos. Fiquei muito comovida ao saber da história do elefante Raju, na Índia, que passou 50 anos acorrentado e sendo espancado por pessoas que o usavam para pedir dinheiro nas ruas. Hoje, Raju está em um santuário de elefantes da ONG indiana SOS Wildlife, sendo tratado com respeito e carinho. Mas o futuro dele está em risco. A pessoa cruel que o manteve preso está tentando retomá-lo por um tribunal na Índia, e a decisão deve sair já nas próximas semanas. Por favor, assine este abaixo-assinado para exigir que Raju siga livre. Eu quero que o governo do estado de Uttar Pradesh, na Índia, mantenha o elefante no santuário e não o entregue ao antigo dono que o maltratava. Esta petição também será enviada ao embaixador da Índia no Brasil, para que ele passe a mensagem de apoio dos brasileiros às autoridades indianas. O caso de Raju também é simbólico para nossa luta no Brasil contra o uso de elefantes e outros animais em circos, que sofrem em jaulas pequenas, muitas vezes mutilados e treinados de forma cruel. Raju ficou famoso ao derramar lágrimas em seu resgate. Não dá para dizer que ele chorou como nós choramos, mas ele chamou a atenção do mundo para o fato de que os animais sentem dor, medo e alegria assim como nós. Por favor, ajude Raju!  Elizabeth MacGregor Diretora de Educação do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) Siga esta campanha no Facebook!

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Petitioning Ministra da Cultura Marta Suplicy

Acabe com a incitação a crimes de maus-tratos a animais em exposições de arte

Como atuante de longa data no movimento de proteção animal, minha decepção foi enorme ao saber que a ministra da Cultura Marta Suplicy visitou e elogiou a exposição “Made by... Feito por Brasileiros” e não se posicionou contra Usine, uma das ditas “obras” do evento, que nada mais é do que um filme onde cães e galos foram confinados em um pequeno espaço para brigarem. Nesse mesmo espaço, o autor do filme também colocou sadicamente cobras, escorpiões e outros animais para se atacarem. Rinhas de animais são proibidas no Brasil desde 1934. Atualmente, as rinhas de cães e galos podem ser enquadradas como crimes ambientais – por maus-tratos ou abuso animal – cuja pena é detenção de três meses a um ano e multa. Ao considerar o filme Usine “uma obra de arte”, os curadores do evento estão fazendo uma clara incitação a crimes de abuso a animais. Incitações ou apologias a atos criminosos também são ilegais e sujeitos a detenção ou multa no nosso país. Para agravar o problema, a exposição está sendo frequentada por um público de diversas faixas etárias, incluindo crianças, que ali encontram uma profunda incitação à violência e ao sadismo cometidos pelo autor do filme, o argelino Adel Abdessemed. As obras de Adel Abdessemed de violência contra animais já foram removidas de exposições em diversos países como nos EUA, Escócia e Itália. O Brasil, país que por lei reconhece o abuso animal como crime, deve fazer o mesmo. Assine esta petição que pede que a ministra da Cultura Marta Suplicy corrija o erro de elogiar essa exposição como “uma grandiosidade que merece ser vista”. A presença do filme Usine na exposição claramente desrespeita as leis do nosso país. Como ministra, Marta tem o poder e o dever de demandar que o filme Usine seja imediatamente removido da exposição “Made by... Feito por Brasileiros”.   Incitação e apologia à crueldade contra animais é crime, não cultura! Elizabeth MacGregor Diretora de Educação do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) Ajude a promover essa campanha no Facebook!  

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