Bancada Vegana

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    Petitioning Secretaria do Meio Ambiente, Câmara Municipal de São Paulo

    Contra o Aprisionamento de Aves em São Paulo

    Já pensou em passar a vida inteira confinado, sem o direito de ir e vir?  Pássaros confinados apresentam sintomas semelhantes aos de pessoas com o Transtorno de Estresse Pós Traumático Complexo (TEPT-C). Sob essas condições, as aves arrancam as próprias penas, bicam as grades da gaiola, ficam constantemente assustados e se desesperam com movimentos bruscos. Tentando voar inutilmente, se debatem contra as grades e caminham para frente e para trás nas gaiolas, que não possuem espaço para a vida de fato. Alguns deles já nascem em cativeiro, outros são capturados e perdem sua liberdade, isto quando não morrem pelos maus tratos a que são submetidos no transporte. Sejam aves de cativeiro ou fruto de capturas irregulares, todas estão condenadas ao cárcere cruel, tratadas como objetos de troca comercial e exposição. Esta Petição tem como objetivo o desenvolvimento de um Projeto de Lei para a Câmara Municipal de São Paulo e solicita: - A proibição da criação e captura de aves em cativeiro para fins comerciais;- A proibição da venda de aves em pet shops, feiras, mercados e internet;- A proibição do encarceramento de aves.  (entende-se como aves presas as que são mantidas a maior parte do tempo em gaiolas);- O remanejo das aves que vivem hoje encarceradas para reinserção na  natureza quando possível ou para santuários onde elas possam ter uma vida livre, com outros animais da mesma especie em habitat semelhante ao natural. O que muitas vezes as pessoas acreditam ser um belo canto vindo de pássaros confinados é, na verdade, um grito de dor, fruto do desejo humano pelo controle e pela comercialização da natureza. Na natureza, as aves costumam viver harmonicamente em grupos e muitas espécies são conhecidas por formarem casais monogâmicos que duram toda a vida. Além disso, esses seres têm um papel legítimo e importante nos ecossistemas onde habitam: são naturalmente responsáveis pela diversificação de plantas e árvores, pois carregam sementes por onde vão. Ao serem impedidas de voar, caçar e ciscar as aves domésticas muitas vezes vivem solitárias, sem ver a luz natural do dia e são privadas de contribuírem com o ciclo natural da sua própria e de outras espécies. Confinadas, as aves se tornam mais suscetíveis ao desenvolvimento de doenças que não seriam comuns em seu habitat natural, algumas delas causadas por stress, como a automutilação e a depressão, outras causadas por parasitas, devido à ma alimentação e ao encarceramento que mantém o animal o tempo todo em contato com fezes, poeira e poluição. Essas condições ainda causam alergias, problemas de pele (como os causados por fungos), infestações por piolhos e parasitas intestinais. Esse hobby humano de encarcerar animais para "apreciar" sua beleza é um ato sádico e cruel, pois os mantém longe da real beleza e de seus ciclos naturais, encurtam o tempo e precarizam a qualidade de vida. As diversas doenças, que podem ser de origem fúngica, viral ou bacteriana, ligadas à criação de aves em cativeiro também podem ser transmitidas a nós, seres humanos. Segundo um artigo científico publicado pela UFMG, "devido ao maior contato dos animais domésticos e silvestres com o ser humano, a possibilidade da transmissão de patógenos bacterianos zoonóticos ao homem aumentou significativamente. [...] Dentre esses animais, podemos destacar as aves, tanto as criadas em um sistema que vise à produção de carne e ovos quanto as de cativeiro. Esses animais podem ser portadores ou reservatórios de zoonoses com grande impacto na saúde pública." As principais zoonoses que podem ser transmitidas de aves confinadas para humanos são: Ornitose - Também chamada de psitacose, é uma das principais doenças infecciosas transmitidas pelas aves domésticas e altamente contagiosa. É causada por uma bactéria, a Chlamydia psittaci. Qualquer pássaro pode portar o agente infeccioso em suas penas, tecidos e secreções, podendo ser transmitida por qualquer espécie doméstica de ave: periquitos, araras e até mesmo galinhas, entre outras aves e pode ser contagiosa também para pessoas e mamíferos domésticos. Os sintomas da doença nas aves são ventre volumoso, falta de apetite, secreção esverdeada e problemas respiratórios. Criptococose e Histoplasmoses - Causadas por fungos presentes principalmente em solos contaminados por excremento de aves. Podem também ser transmitidas para outros animais domésticos, como o gato e cachorro. O contágio ocorre quando o fungo é inalado, o que acaba resultando em uma infecção primária do sistema respiratório e causa um quadro de pneumonia atípico e crônico. Exige tratamento médico, normalmente de longa duração. Tuberculose aviária - A tuberculose é uma zoonose que é transmitida da ave para a pessoa por meio do contato direto, uma vez que  ocorre por meio de secreções e fezes. Seus sintomas costumam ser inespecíficos, mas alguns pontos merecem atenção: tosse que permanece por mais de três semanas, cansaço excessivo, rouquidão, perda de peso e dores no peito. O tratamento da tuberculose se dá pelo uso de antibióticos que se extende por, no mínimo, seis meses. Vale ressaltar que o processo não pode ser interrompido, pois a bactéria pode criar resistência à medicação e atacar de maneira ainda mais agressiva o sistema imunológico. Gripe aviária - Um grande perigo que já assustou o mundo é a gripe aviária, causada pelo vírus da gripe H5N1. É transmitido das aves, principalmente frangos e aves domésticas criadas em cativeiro, para os seres humanos. Algo que chama muito a atenção nesta enfermidade é sua taxa de letalidade: mais de 50% das pessoas contaminadas morreram.  A grande maioria dos casos de zoonoses transmitidas de aves para humanos têm relação com o manejo inadequado no criatório ou mesmo no estabelecimento comercial onde ela foi adquirida. A proibição da venda e do confinamento de aves em gaiolas, além de ser uma questão ética e moral, é também uma questão de saúde pública. Precisamos nos conscientizar e conversar sobre isso com os nossos próximos. A legislação brasileira proíbe a captura e a manutenção em cativeiro de pássaros da fauna silvestre, mas legaliza a criação e a comercialização de dezenas de espécies da fauna nativa, nascidas em cativeiro e de espécies exóticas. Essa é mais uma questão em que a legalidade está longe da ética, da moralidade e do bom senso, favorecendo grupos que só visam o lucro em detrimento de vidas indefesas, privando esses animais de uma vida digna e colocando em risco a saúde pública. Assine a petição e nos ajude a PROIBIR o encarceramento de aves! Compartilhe essa causa pela natureza. Referências bibliográficas: https://myanimals.com/pt/doencas-de-aves-em-cativeiro-saiba-mais/ http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-59072007000400012 http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/veterinaria/article/download/2082/2708 https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-02062008-102715/publico/thais_caroline_sanches.pdf https://anda.jusbrasil.com.br/noticias/140330284/conjunto-nacional-recebe-instalacao-de-arte-contra-o-confinamento-de-passaros https://polinseto.com.br/dedetizacao-para-doencas-dos-passaros/ https://www.passeidireto.com/arquivo/2008158/doencas-aves-ornamentais    

    Bancada Vegana
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    Petitioning Duarte Nogueira, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto

    LIBERDADE PARA A ELEFANTE BAMBI

    LIBERDADE PARA A ELEFANTE BAMBIBambi é uma elefante asiática que tem 50 anos de idade e foi capturada na natureza,  explorada, humilhada e abusada pelo Circo Stancowich durante quase toda sua vida. Ela foi encontrada vivendo em uma propriedade privada do dono do circo em 2009,  sem qualquer autorização do IBAMA. Bambi estava acorrentada e cercada por uma contenção elétrica, segundo o relato de uma bióloga que acompanhou a ação de resgate. Na ocasião, Bambi estava brutalmente estressada e apresentava movimentos neuróticos repetitivos. Ao ser retirada de tal fazenda, ela foi encaminhada ao zoológico de Leme, onde vivia em condições precárias, e anos depois seguiu para o zoológico de Ribeirão Preto, onde é explorada para entretenimento até hoje. É conhecida a inabilidade de zoológicos em preservar o bem-estar dos animais que lá vivem, estes locais são incapazes de reproduzir o habitat dos animais. Bambi vive em um recinto sem sol e passa parte de seus dias sob o concreto. Quando foi transferida para o zoológico de Ribeirão Preto, a intenção era que ela dividisse sua prisão com outro elefante, Maison, todavia a interação pacífica prevista não aconteceu como os seres humanos gostariam. Então, Bambi e Maison foram separadas por uma cerca elétrica, que é incapaz de conter animais como estes em possíveis embates. Ou seja: a integridade física e mental de ambas está em risco. Bambi teve perda de peso significativa. Possivelmente, está cega de um olho, vive em um ambiente que não propicia seu bem-estar e seu padecimento é visível.  O local onde Bambi e Maison estão tem área de 1,5 mil metros quadrados e um tanque de 100 metros quadrados, parece muito para um ser humano, certo? Pois saiba que, os elefantes africanos, por exemplo, dormem apenas duas horas por dia, nas demais eles caminham até 30 km por período quando em seu habitat natural. É, acima de tudo, perverso manter sob cárcere animais selvagens em zoológicos. É evidente o padecimento devido à privação da liberdade. Além disso, os animais são expostos aos olhares do público, o que para animais selvagens é extremamente estressante. Por mais equipado que um zoológico seja, é impossível replicar as atividades que os animais teriam quando estão em seus habitats naturais. São incontáveis os casos de animais que morrem deprimidos e completamente entediados pelo confinamento dentro desses espaços. Mas qual a saída para que Bambi tenha uma vida digna, longe dos olhares e assédio humano? O Santuário de Elefantes Brasil têm real capacidade para arcar com a transferência e proporcionar uma vida em liberdade com assistência especializada. O espaço conta com 1.140 hectares de floresta, possui uma equipe multidisciplinar com toda a experiência e infraestrutura que a Bambi precisa e merece. Essa é a melhor alternativa para elefantes na América Latina, onde eles vivem de forma plena e em liberdade, com a possibilidade de serem elefantes novamente. A única burocracia que impede que a transferência seja concretizada é a liberação pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente. Por isso, precisamos da comoção pública para pressionar a liberação de Bambi o mais breve possível e que o prefeito de Ribeirão Preto não adie mais a libertação de Bambi e nos apoie nesta jornada. Vamos nos mobilizar e notificar o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira e o Secretário do Verde e Meio Ambiente sobre o interesse da sociedade civil na transferência da elefante Bambi. Não podemos continuar perpetuando às novas gerações a equivocada e egocêntrica ideia de que animais podem ser subjugados e explorados para nosso divertimento ou benefício financeiro, vamos libertar a Bambi!

    Bancada Vegana
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    Petitioning Bruno Covas, Thiago Dias da Silva, Dra Neide Ortencio Garcia

    Contra a omissão da prefeitura com os animais abandonados nos cemitérios

    Saiu nesta terça feira 15/01 uma nota  da Administração dos cemitérios de São Paulo que proíbe funcionários e munícipes de dar água, comida e abrigo para os animais que vivem nos cemitérios de São Paulo, graças a pressão popular a nota foi revogada na quarta-feira 16/01, porém é evidente  a omissão da prefeitura e do CCZ com relação  a  população de cães e gatos que são frequentemente abandonados nos cemitérios de São Paulo.    Considerando o artigo 1º da  lei estadual LEI Nº 12.916, DE 16 DE ABRIL DE 20018, que diz   "O Poder Executivo incentivará a viabilização e o desenvolvimento de programas que visem ao controle reprodutivo de cães e de gatos e à promoção de medidas protetivas, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção, e de campanhas educacionais para a conscientização pública da relevância de tais atividades" Solicitamos que a prefeitura Junto à administração do cemitério e o CCZ, tome providências para que seja realizada a castração e vacinação destes animais com o objetivo  de fazer o controle populacional e evitar a proliferação de doenças, além do trabalho junto à ONGS e protetores independentes para encaminhar os animais para adoção responsável.  Considerando os constantes casos de abandono e também outros crimes de maus tratos cometidos aos animais que vivem nos cemitérios é imprescindível também que a prefeitura providencie placas alertando sobre  os crimes de abandono e maus tratos com o objetivo de coibir os infratores.  Temos como exemplo os casos de Maus tratos dos gatos que vivem no cemitério São Paulo e foram espancados, entre eles a gata Larissinha que teve sua mandíbula fraturada e está sob cuidados da protetora Isabel. Entre tantos outros casos de maus tratos como envenenamento e rituais religiosos com animais que acontecem nos cemitérios de responsabilidade da prefeitura de São Paulo.  Segue vido do caso https://www.youtube.com/watch?v=Kap2TpJ3n30&t=12s   É inadmissível tamanha omissão da prefeitura perante aos constantes casos de abandono e maus tratos nos cemitérios de São Paulo, pedimos medidas  urgentes para evitar que mais crimes sejam cometidos com os animais.

    Bancada Vegana
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    Petitioning Ministro da Educação, Ministro da saude, Gilberto Occhi

    inclusão de "alimentação vegana" na grade curricular dos cursos de nutrição e medicina

    As principais universidades do país não formam profissionais capacitados para atender a crescente - e urgente - demanda pela “alimentação vegana”  Entenda o que isso significa e participe do abaixo-assinado que pretende mudar esta realidade.  A Organização Mundial de Saúde e o Guia Alimentar Para a População Brasileira, lançado pelo Ministério da Saúde do Brasil (2014), reconhecem que a alimentação vegana, baseada em frutas, legumes e vegetais, fornece todos os nutrientes necessários para a saúde. Os relatórios também alertam a população mundial que o consumo de carne e laticínios é prejudicial à saúde e ao meio ambiente e está relacionado a doenças como o câncer, a diabetes, a obesidade e doenças cardiovasculares. A cada ano, são diagnosticados 600 mil novos casos de câncer no Brasil, sendo 35% deles atribuídos à má alimentação e ao consumo de carnes  e carnes processadas; 20% da população brasileira está obesa e mais da metade está acima do peso. Em março de 2017, o Brasil se comprometeu a adotar políticas públicas para aumentar em 17,8% o consumo de frutas e hortaliças por adultos para reduzir o índice de obesidade no país até o ano de 2019. Entre os dias 17 e 20 de março, durante a divulgação massiva na imprensa nacional e internacional da operação “Carne Fraca”, que envolveu os principais produtores de carne brasileira, milhares de pessoas buscaram informações sobre alimentação vegana no Google. Houve aumento de até 2850% no volume de buscas relacionadas ao tema, segundo relatório do Google Trends. Diante disso, uma coisa nos incomoda: será que os nutricionistas e médicos brasileiros estão preparados para orientar a população a adotar uma dieta vegana, sem carne e produtos derivados de animais? Será que estes profissionais, em sua formação, recebem, de fato, informações diversas e atualizadas, capazes de darem conta de alternativas mais saudáveis de composição da dieta básica do brasileiro? Quantos nutricionistas estão informados o suficiente para atender aos 22 milhões de brasileiros se declaram vegetarianos, e aproximadamente 7 milhões veganos?  A busca crescente por orientação nutricional vegetariana motivou a criação de uma lista pública, com todos os nutricionistas capacitados a fazer este tipo de atendimento no Brasil. No entanto, um ALERTA: as principais universidades públicas e privadas do país ainda não oferecem matérias como “alimentação vegana” na grade curricular, nem discutem o planejamento dietético vegano de forma transversal, ao longo do curso, já que a dieta onívora (que inclui carne) é considerada a norma. Diante do interesse crescente e da necessidade da população em adotar novos hábitos alimentares, mais saudáveis e sustentáveis, é URGENTE que as grades curriculares das principais universidades do país, reformulem o seu currículo e incluam  “alimentação vegana” em suas prioridades, nas áreas de formação e pesquisa, ao longo de todo o processo de formação dos profissionais, inclusive com matérias específicas sobre o tema.  Capacitar os profissionais de nutrição, medicina e saúde acerca da alimentação  vegana é essencial para que o Brasil possa cumprir a meta de reduzir os alarmantes índices de obesidade e mortalidade. Pois é também responsabilidades destes profissionais difundir hábitos alimentares alinhados com as diretrizes globais de saúde e sustentabilidade.   Por isso, nós, nutricionistas e demais representantes da sociedade civil que assinam este documento, temos o objetivo de sugerir e estimular as instituições de ensino para que incluam em seus currículos grade curricular contemplando o ensino da dieta vegana, atendendo a essa nova realidade de boa parte da população brasileira e que tende a crescer cada vez mais.   Convidamos todos a participar deste abaixo-assinado, que será um importante documento e ferramenta para que atinjamos nosso objetivo! Colabore! Participe!   ASSINATURAS Daniela Ferreira Araújo Silva, pós-doutorado em saúde coletiva pela Unifesp, mestre e doutora na área de transtornos alimentaresEduardo Corassa, formando em nutrição, escritor, palestrante e chef crudivegano Fabio Chaves, fundador e infoativista do portal Vista-se Marina Colerato: ativista e criadora do site Modefica Nanda Cury: ativista vegana e especialista em marketing digital  Nina Carlson Carneiro, gestora ambiental e fisiculturista vegana Nyle Ferrari, jornalista, blogueira e vegana     Referências: Inglêshttp://www.fao.org/docrep/004/Y2809E/y2809e00.HTM http://www.fao.org/docrep/004/Y2809E/y2809e08.htm#bm08.5 http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs394/en/ http://www.who.int/dietphysicalactivity/fruit/en/ https://www.theguardian.com/environment/2010/jun/02/un-report-meat-free-diet https://www.theguardian.com/environment/2009/oct/26/palm-oil-initiative-carbon-emissions https://www.theguardian.com/environment/2009/oct/26/palm-oil-initiative-carbon-emissions   Português: http://g1.globo.com/bemestar/ noticia/2015/10/oms-coloca- carne-processada-na-lista-de- alimentos-cancerigenos.html http://g1.globo.com/bemestar/ noticia/2015/10/vegetarianos- veem-luta-legitimada-apos-oms- ligar-carne-cancer.html   https://www.vista-se.com.br/ ministerio-da-saude-reconhece- alimentacao-vegana-como- saudavel-e-alerta-sobre- produtos-de-origem-animal/ http://portalarquivos.saude gov.br/images/pdf/2014/ novembro/05/Guia-Alimentar- para-a-pop-brasiliera-Miolo- PDF-Internet.pdf http://www.inca.gov.br/wcm/ dncc/2015/dados-apresentados. pdf http://www.paho.org/bra/index php?option=com_content&view= article&id=5366:em-evento-na- opasoms-brasil-assume-metas- para-frear-crescimento-da- obesidade-ate-2019&Itemid=821 https://www.vista-se.com.br/ nutricao/ http://www.imgrum.org/media/ 1415272313498292815_521339401

    Bancada Vegana
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